FGTS é uma contribuição que deve ser feita mensalmente pelo empregador, através de depósito em uma conta vinculada da Caixa Econômica Federal, no importe de 8% do salário, sendo que essa quantia poderá ser levantada pelo empregado quando o mesmo for dispensado sem justa causa (quando a empresa deverá recolher mais uma multa de 40%) ou quando tiver uma doença muito grave (existem doenças especificadas para tanto, como câncer e HIV) ou outras hipóteses, como para pagar a casa própria, etc.

Já o seguro-desemprego é um benefício que pode ser obtido apenas quando o empregado é dispensado sem justa causa e possui mais do que seis meses de trabalho registrado em carteira, desde que não tenha recebido tal benefício nos últimos 16 meses e esteja desempregado quando de sua solicitação, sendo que pode variar de 3 a 5 parcelas e o valor de cada uma depende de uma tabela do Ministério do Trabalho, possuindo como valor mais baixo um salário mínimo e tendo um limite.

Ocorre que muitas vezes empregados são forçados a pedir demissão, são dispensados por justa causa ou rescindem indiretamente o contrato de trabalho, ou seja, deixam de trabalhar para o empregador por algo grave ocorrido por culpa do mesmo e, na Justiça, se comprovarem que tinham razão, podem obter mediante autorização judicial, o levantamento do FGTS e as parcelas do seguro-desemprego, inclusive, em algumas hipóteses, como ao trabalharem sem registro, a condenação da empresa no pagamento dos valores relativos a essas verbas que não puderam obter.

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