A profissão de operador de telemarketing cresceu demasiadamente nos últimos anos, sendo que não é incomum muitas reclamações desses profissionais quanto aos salários, descontos indevidos, impossibilidade de pausas e de intervalo intrajornada, não pagamento correto de horas extras e comissões, insalubridade ou periculosidade no exercício do trabalho, além de situações de assédio moral e humilhações no emprego.

Desse modo, o operador de telemarketing tornou-se uma das categorias com maior crescimento de processos na Justiça do Trabalho, tanto buscando rescindir o contrato de trabalho indiretamente (sair da empresa sem perder os direitos em virtude de atitudes erradas e graves cometidas pela empresa), ou tentando anular pedidos de demissão que o reclamante foi forçado a assinar por imposição da empresa, sob ameaças ou, ainda, não é incomum situações de dispensa por justa causa abusivas e questões de indenizações danos morais.

Além disso, atualmente existe uma grande discussão na Justiça do Trabalho sobre a validade da terceirização do operador de telemarketing por bancos e empresas de telefonia, que necessitam desse profissional e utilizam empresas de telemarketing para desenvolver os seus produtos, sendo que, em situações específicas, o processo é voltado ao cliente (tomador do serviço) para se buscar os direitos da categoria específica.

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